segunda-feira, 30 de novembro de 2015

SE CRÊS EM DEUS por Emmanuel (Chico Xavier) Livro: Coragem







Se crês em Deus, por mais te ameacem os anúncios do pessimismo, com relação a prováveis calamidades futuras, conservarás o coração tranqüilo, na convicção de que a Sabedoria Divina sustenta e sustentará o equilíbrio da vida, acima de toda perturbação.


Se crês em Deus, em lugar nenhum experimentarás solidão ou tristeza, porque te observarás em ligação constante com todo o Universo, reconhecendo que laços de amor e de esperança te identificam com todas as criaturas.

Se crês em Deus, nunca te perderás no labirinto da revolta ou da desesperação, ante os golpes e injurias que se te projetem na estrada, porquanto interpretarás ofensores e delinquentes, na condição de infelizes, muito mais necessitados de bondade e proteção que de fel e censura.

Se crês em Deus, jornadearás na Terra sem adversários,de vez que,por mais se multipliquem na senda aqueles que te agridam ou menosprezem, aceitarás inimigos e opositores, à conta de irmãos nossos, situados em diferentes pontos de vista.

Se crês em Deus, jamais te faltarão confiança e trabalho, porque te erguerás, cada dia, na certeza de que dispões da bendita oportunidade de comunicação com os outros, desfrutando o privilégio incessante de auxiliar e abençoar, entender e servir.

Se crês em Deus, caminharás sem aflição e sem medo, nas trilhas do mundo, por maiores surjam perigos e riscos a te obscurecerem a estrada, porquanto, ainda mesmo à frente da morte, reconhecerás que permaneces com Deus, tanto quanto Deus está sempre contigo, além de provações e sombras, limitações e mudanças, em plenitude de vida eterna.

Emmanuel 
por Francisco Cândido Xavier
Livro: Coragem


Eu comprei este livro ""CORAGEM"" só por causa desta prece! Refrigera a minha alma. Acalma meu coração porque eu preciso tanto crer e aceitar que meus inimigos (hk, dc entre outros) são almas enfermas e necessitados de luz.
Eu tenho esperança que eu poderei perdoá-los de coração e me libertar para sempre do convívio imperativo que nesta encarnação tive que viver. Não quero mais reencontrá-los nas próximas encarnações e por isso mesmo peço a Deus para tirar de mim este ódio, rancor que me invade quando penso nesta família que tanto mal me fez. Por que eu? Por que eu tive que passar por tantos sofrimentos junto deles? São perguntas que não tenho respostas e é por isto que eu preciso ter fé para aceitar sem saber os motivos que levam às pessoas serem más e monstruosas como eles. 
Ainda não consegui e nem sei se conseguirei algum dia nesta ou em outras encarnações, porque a ferida é grande e profunda. Sei que Deus é prefeito e nada acontece ao acaso. Eles plantaram estas sementes ruins e terão que colhê-las algum dia. Este é o karma deles quanto ao meu é conseguir entendê-los, perdoá-los e abençoá-los. 
É difícil ainda para eu aceitar que me envolvi com o pior membro deles, mas também sei que fui ludibriada porque ele dissimulou ser bom, diferente dos outros membros do clã maligno. Criticavam-os para mim deixando acreditar que era contrário a eles. Não! Ele é o pior deles por isso mesmo. 
Eu nunca tentei me vingar de nenhum deles por mais que tenham me ferido a alma, o corpo, a dignidade. Sei que apesar de tudo ainda resta em mim a esperança que a Justiça Divina caia sobre eles. Não sei se eles compreendem a dimensão do mal que me fizeram, mas de qualquer forma terão que responder e pagar conforme a lei Divina de ação e reação. Mesmo se eles agiram sem  dolo (intenção) não ficarão isentos das responsabilidades de suas ações . O crime moral deles é de natureza continuada por isso não prescreveu dentro de mim essa mágoa. Bondade ou maldade é escolha individual de cada de um nós, porém as consequências também.
Roberta Carrilho



sexta-feira, 27 de novembro de 2015

2019 É A DATA DA MUDANÇA SEGUNDO CHICO XAVIER



O prestigiado jornal Folha Espírita (FE) de maio/11 traz uma revelação feita em 1986, pelo médium Francisco Cândido Xavier a Geraldo Lemos Neto, fundador da Casa de Chico Xavier de Pedro Leopoldo (MG) e da Vinha de Luz Editora, de Belo Horizonte/MG, sobre o futuro reservado ao planeta Terra e a todos os seus habitantes nos próximos anos.

Marlene Nobre pelo FE, entrevista Lemos Neto, que disse carregar este fardo há muito tempo (25 anos), cumprindo agora o dever de revelá-lo em sua completude. Diz que, em 1986, quando dessa conversa com o Chico, sentiu que sua mente estava recebendo um tratamento mnemônico diferente para que não viesse a esquecer aquelas palavras proféticas, e que seria chamado a testemunhá-las no momento oportuno, que chegou.Conhecendo a seriedade dos confrades Marlene Nobre e Geraldo Lemos Neto, sendo que o profeta em questão é nada menos que Chico Xavier, e tendo em vista o teor das considerações a respeito, reputo da mais alta importância a divulgação dessa revelação apocalíptica. É a razão pela qual estou encaminhando esse e-mail a tantos companheiros.Copiei as partes principais da longa entrevista, mantendo o texto fiel ao que consta do jornal em sua maior parte, sem me ater em pormenores de forma para não estender demais essas palavras. Os grifos no texto são meus. A íntegra pode ser lida no exemplar nº 439, ano XXXV, de maio de 2011 do jornal Folha Espírita. Entendo ser um momento de muita reflexão de todo o movimento espírita e, acima de tudo, de muita prece, com muito otimismo, positivismo e serenidade, enfatizando-se a necessidade de um maior esforço individual e coletivo de renovação. Os jornais espíritas em geral deveriam encartar em seu corpo o referido exemplar do FE, ou pedir autorização para transcrever a matéria em questão, visando dar a mais ampla divulgação.

Fraternalmente. Paulo Marinho - CEAE -Genebra.

(...) Assim, tive a felicidade de conviver na intimidade com Chico Xavier, dialogando com ele vezes sem conta, madrugada a dentro, sobre variados assuntos de nossos interesses comuns, notadamente sobre esclarecimentos palpitantes acerca da Doutrina dos Espíritos e do Evangelho de Jesus. Um desses temas foi em relação ao Apocalipse, do Novo Testamento. (...) Desde então, Chico tinha sempre uma ou outra palavra esclarecedora sobre o assunto. Numa dessas conversas, lembrando o livro Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, pelo espírito Humberto de Campos, Lemos Neto externou ao Chico sua dúvida quanto ao título do livro, uma vez que ainda naquela ocasião, em meados da década de 80, o Brasil vivia às voltas com a hiperinflação, a miséria, a fome, as grandes disparidades sociais, o descontrole político e econômico, sem falar nos escândalos de corrupção e no atraso cultural.

Lembro-me, como hoje, a expressão surpresa do Chico me respondendo: “Ora, Geraldinho, você está querendo privilégios para a Pátria do Evangelho, quando o fundador do Evangelho, que é Nosso Senhor Jesus Cristo, viveu na pobreza, cercado de doentes e necessitados de toda ordem, experimentou toda a sorte de vicissitudes e perseguições para ser supliciado quase abandonado pelos seus amigos mais próximos e morrer crucificado entre dois ladrões? Não nos esqueçamos de que o fundador do Evangelho atravessou toda sorte de provações, padeceu o martírio da cruz, mas depois ele largou a cruz e ressuscitou para a Vida Imortal! Isso deve servir de roteiro para a Pátria do Evangelho. Um dia haveremos de ressuscitar das cinzas de nosso próprio sacrifício para demonstrar ao mundo inteiro a imortalidade gloriosa!”Na sequência da nossa conversa, perguntei ao Chico o que ele queria exatamente dizer a respeito do sacrifício do Brasil. Estaria ele a prever o futuro de nossa nação e do mundo?

Chico pensou um pouco, como se estivesse vislumbrando cenas distantes e, depois de algum tempo, retornou para dizer-nos: “Você se lembra, Geraldinho, do livro de Emmanuel A Caminho da Luz? Nas páginas finais da narrativa de nosso benfeitor, no capítulo XXIV, cujo título é O Espiritismo e as Grandes Transições, Emmanuel afirmara que os espíritos abnegados e esclarecidos falavam de uma nova reunião da comunidade das potências angélicas do Sistema Solar, da qual é Jesus um dos membros divinos, e que a sociedade celeste se reuniria pela terceira vez na atmosfera terrestre, desde que o Cristo recebeu a sagrada missão de redimir a nossa humanidade, para, enfim, decidir novamente sobre os destinos do nosso mundo.Pois então, Emmanuel escreveu isso nos idos de 1938 e estou informado que essa reunião de fato já ocorreu. Ela se deu quando o homem finalmente ingressou na comunidade planetária, deixando o solo do mundo terrestre para pisar pela primeira vez o solo lunar. O homem, por seu próprio esforço, conquistou o direito e a possibilidade de viajar até a Lua, fato que se materializou em 20 de julho de 1969. Naquela ocasião, o Governador Espiritual da Terra, que é Nosso Senhor Jesus Cristo, ouvindo o apelo de outros seres angelicais de nosso Sistema Solar, convocara uma reunião destinada a deliberar sobre o futuro de nosso planeta. O que posso lhe dizer, Geraldinho, é que depois de muitos diálogos e debates entre eles foram dadas diversas sugestões e, ao final do celeste conclave, a bondade de Jesus decidiu conceder uma última chance à comunidade terráquea, uma última moratória para a atual civilização no planeta Terra. Todas as injunções cármicas previstas para acontecerem ao final do século XX foram então suspensas, pela Misericórdia dos Céus, para que o nosso mundo tivesse uma última chance de progresso moral.O curioso é que nós vamos reconhecer nos Evangelhos e no Apocalipse exatamente este período atual, em que estamos vivendo, como a undécima hora ou a hora derradeira, ou mesmo a chamada última hora”.

Extremamente curioso com o desenrolar do relato de Chico Xavier, perguntei-lhe sobre qual fora então as deliberações de Jesus, e ele me respondeu: “Nosso Senhor deliberou conceder uma moratória de 50 anos à sociedade terrena, a iniciar-se em 20 de julho de 1969, e, portanto, a findar-se em julho de 2019. Ordenou Jesus, então, que seus emissários celestes se empenhassem mais diretamente na manutenção da paz entre os povos e as nações terrestres, com a finalidade de colaborar para que nós ingressássemos mais rapidamente na comunidade planetária do Sistema Solar, como um mundo mais regenerado, ao final desse período.

Algumas potências angélicas de outros orbes de nosso Sistema Solar recearam a dilação do prazo extra, e foi então que Jesus, em sua sabedoria, resolveu estabelecer uma condição para os homens e as nações da vanguarda terrestre. Segundo a imposição do Cristo, as nações mais desenvolvidas e responsáveis da Terra deveriam aprender a se suportarem umas às outras, respeitando as diferenças entre si, abstendo-se de se lançarem a uma guerra de extermínio nuclear. A face da Terra deveria evitar a todo custo a chamada III Guerra Mundial. Segundo a deliberação do Cristo, se e somente se as nações terrenas, durante este período de 50 anos, aprendessem a arte do bem convívio e da fraternidade, evitando uma guerra de destruição nuclear, o mundo terrestre estaria enfim admitido na comunidade planetária do Sistema Solar como um mundo em regeneração.

Nenhum de nós pode prever, Geraldinho, os avanços que se darão a partir dessa data de julho de 2019, se apenas soubermos defender a paz entre nossas nações mais desenvolvidas e cultas!”Perguntei, então ao Chico a que avanços ele se referia e ele me respondeu: “Nós alcançaremos a solução para todos os problemas de ordem social, como a solução para a pobreza e a fome que estarão extintas; teremos a descoberta da cura de todas as doenças do corpo físico pela manipulação genética nos avanços da Medicina; o homem terrestre terá amplo e total acesso à informação e à cultura, que se fará mais generalizada; também os nossos irmãos de outros planetas mais evoluídos terão a permissão expressa de Jesus para se nos apresentarem abertamente, colaborando conosco e oferecendo-nos tecnologias novas, até então inimagináveis ao nosso atual estágio de desenvolvimento científico; haveremos de fabricar aparelhos que nos facilitarão o contato com as esferas desencarnadas, possibilitando a nossa saudosa conversa com os entes queridos que já partiram para o além-túmulo; enfim estaríamos diante de um mundo novo, uma nova Terra, uma gloriosa fase de espiritualização e beleza para os destinos de nosso planeta.

”Então perguntei a ele: Chico, até agora você tem me falado apenas da melhor hipótese, que é esta em que a humanidade terrestre permaneceria em paz até o fim daquele período de 50 anos. Mas, e se acontecer o caso das nações terrestres se lançarem a uma guerra nuclear? “Ah! Geraldinho, caso a humanidade encarnada decida seguir o infeliz caminho da III Guerra Mundial, uma guerra nuclear de consequências imprevisíveis e desastrosas, aí então a própria mãe Terra, sob os auspícios da Vida Maior, reagirá com violência imprevista pelos nossos homens de ciência.

O homem começaria a III Guerra, mas quem iria terminá-la seriam as forças telúricas da natureza, da própria Terra cansada dos desmandos humanos, e seríamos defrontados então com terremotos gigantescos; maremotos e ondas (tsunamis) consequentes; veríamos a explosão de vulcões há muito tempo extintos; enfrentaríamos degelos arrasadores que avassalariam os pólos do globo com trágicos resultados para as zonas costeiras, devido à elevação dos mares; e, neste caso, as cinzas vulcânicas associadas às irradiações nucleares nefastas acabariam por tornar totalmente inabitável todo o Hemisfério Norte de nosso globo terrestre.”Segundo o médium, “em todas as duas situações, o Brasil cumprirá o seu papel no grande processo de espiritualização planetária. Na melhor das hipóteses, nossa nação crescerá em importância sociocultural, política e econômica perante a comunidade das nações. Não só seremos o celeiro alimentício e de matérias-primas para o mundo, como também a grande fonte energética com o descobrimento de enormes reservas petrolíferas que farão da Petrobras uma das maiores empresas do mundo”.

E prosseguiu Chico: “O Brasil crescerá a passos largos e ocupará importante papel no cenário global, e isso terá como consequência a elevação da cultura brasileira ao cenário internacional e, a reboque, os livros do Espiritismo Cristão, que aqui tiveram solo fértil no seu desenvolvimento, atingirão o interesse das outras nações também. Agora, caso ocorra a pior hipótese, com o Hemisfério Norte do planeta tornando-se inabitável, grandes fluxos migratórios se formariam então para o Hemisfério Sul, onde se situa o Brasil, que então seria chamado mais diretamente a desempenhar o seu papel de Pátria do Evangelho, exemplificando o amor e a renúncia, o perdão e a compreensão espiritual perante os povos migrantes.A Nova Era da Terra, neste caso, demoraria mais tempo para chegar com todo seu esplendor de conquistas científicas e orais, porque seria necessário mais um longo período de reconstrução de nossas nações e sociedades, forçadas a se reorganizarem em seus fundamentos mais básicos.”Pergunta Marlene Nobre pela Folha Espírita - Segundo Chico Xavier, esses fluxos migratórios seriam pacíficos? Geraldo - Infelizmente não.

Segundo Chico me revelou, o que restasse da ONU acabaria por decidir a invasão das nações do Hemisfério Sul, incluindo-se aí obviamente o Brasil e o restante da América do Sul, a Austrália e o sul da África, a fim de que nossas nações fossem ocupadas militarmente e divididas entre os sobreviventes do holocausto no Hemisfério Norte. Aí é que nós, brasileiros, iríamos ser chamados a exemplificar a verdadeira fraternidade cristã, entendendo que nossos irmãos do Norte, embora invasores a “mano militare”, não deixariam de estar sobrecarregados e aflitos com as consequências nefastas da guerra e das hecatombes telúricas, e, portanto, ainda assim, devendo ser considerados nossos irmãos do caminho, necessitados de apoio e arrimo, compreensão e amor.Neste ponto da conversa, Chico fez uma pausa na narrativa e completou:

“Nosso Brasil como o conhecemos hoje será então desfigurado e dividido em quatro nações distintas. Somente uma quarta parte de nosso território permanecerá conosco e aos brasileiros restarão apenas os Estados do Sudeste somados a Goiás e ao Distrito Federal. Os norte-americanos, canadenses e mexicanos ocuparão os Estados da Região Norte do País, em sintonia com a Colômbia e a Venezuela. Os europeus virão ocupar os Estados da Região Sul do Brasil unindo-os ao Uruguai, à Argentina e ao Chile. Os asiáticos, notadamente chineses, japoneses e coreanos, virão ocupar o nosso Centro-Oeste, em conexão com o Paraguai, a Bolívia e o Peru. E, por fim, os Estados do Nordeste brasileiro serão ocupados pelos russos e povos eslavos. Nós não podemos nos esquecer de que todo esse intrincado processo tem a sua ascendência espiritual e somos forçados a reconhecer que temos muito que aprender com os povos invasores.

Vejamos, por exemplo: os norte-americanos podem nos ensinar o respeito às leis, o amor ao direito, à ciência e ao trabalho. Os europeus, de uma forma geral, poderão nos trazer o amor à filosofia, à música erudita, à educação, à história e à cultura. Os asiáticos poderão incorporar à nossa gente suas mais altas noções de respeito ao dever, à disciplina, à honra, aos anciãos e às tradições milenares. E, então, por fim, nós brasileiros, ofertaremos a eles, nossos irmãos na carne, os mais altos valores de espiritualidade que, mercê de Deus, entesouramos no coração fraterno e amigo de nossa gente simples e humilde, essa gente boa que reencarnou na grande nação brasileira para dar cumprimento aos desígnios de Deus e demonstrar a todos os povos do planeta a fé na Vida Superior, testemunhando a continuidade da vida além-túmulo e o exercício sereno e nobre da mediunidade com Jesus”.

FE: O Brasil, embora sofrendo o impacto moral dessa ocupação estrangeira, estaria imune aos movimentos telúricos da Terra? Geraldinho - Infelizmente, não. Segundo Chico Xavier, o Brasil não terá privilégios e sofrerá também os efeitos de terremotos e tsunamis, notadamente nas zonas costeiras. Acontece que de acordo com o médium, o impacto por aqui será bem menor se comparado com o que sobrevirá no Hemisfério Norte do planeta.FE - Você também crê que a ida do homem à Lua, em julho de 1969, tenha precipitado de certa forma a preocupação com as conquistas científicas dos humanos, que poderiam colocar em risco o equilíbrio do Sistema Solar?

Geraldinho - Sim, creio que a revelação de Chico Xavier a respeito traz, nas entrelinhas, essa preocupação celeste quanto às possíveis interferências dos humanos terráqueos nos destinos do equilíbrio planetário em nosso Sistema Solar. Pelo que Chico Xavier falou, alguns dos seres angélicos de outros orbes planetários não estariam dispostos a nos dar mais este prazo de 50 anos, que vencerá daqui a apenas oito anos, temerosos talvez de nossas nefastas e perniciosas influências. Essa última hora bem que poderia ser por nós considerada como a última bênção misericordiosa de Jesus Cristo em nosso favor, uma vez que, pela explicação de Chico Xavier, foi ele, Nosso Senhor, quem advogou em favor de nossa causa, ainda mais vez mais.Outra decisão dos benfeitores espirituais da Vida Maior foi a que determinou que, após o alvorecer do ano 2000 da Era Cristã, os espíritos empedernidos no mal e na ignorância não mais receberiam a permissão para reencarnar na face da Terra.

Reencarnar aqui, a partir dessa data equivaleria a um valioso prêmio justo, destinado apenas aos espíritos mais fortes e preparados, que souberam amealhar, no transcurso de múltiplas reencarnações, conquistas espirituais relevantes como a mansidão, a brandura, o amor à paz e à concórdia fraternal entre povos e nações. Insere-se dentro dessa programação de ordem superior a própria reencarnação do mentor espiritual de Chico Xavier, o espírito Emmanuel, que, de fato, veio a renascer, segundo Chico informou a variados amigos mais próximos, exatamente no ano 2000. Certamente, Emmanuel, reencarnado aqui no coração do Brasil, haverá de desempenhar significativo papel na evolução espiritual de nosso orbe.

Todos os demais espíritos, recalcitrantes no mal, seriam então, a partir de 2000, encaminhados forçosamente à reencarnação em mundos mais atrasados, de expiações e de provas aspérrimas, ou mesmo em mundos primitivos, vivenciando ainda o estágio do homem das cavernas, para poderem purgar os seus desmandos e a sua insubmissão aos desígnios superiores. Chico Xavier tinha conhecimento desses mundos para onde os espíritos renitentes estariam sendo degredados. Segundo ele, o maior desses planetas se chamaria Kírom ou Quírom.


É a nossa última chance, é a última hora... Não há mais tempo para o materialismo. Não há mais tempo para ilusões ou enganos imediatistas. Ou seguiremos com a Luz que efetivamente buscarmos, ou nos afundaremos nas sombras de nossa própria ignorância. Que será de nós? A resposta está em nosso livre-arbítrio, individual e coletivo. É A nossa escolha de hoje que vai gerar o nosso destino. Poderemos optar pelo melhor caminho, o da fraternidade, da sabedoria e do amor, e a regeneração chegará para nós de forma brilhante a partir de 2019; ou poderemos simplesmente escolher o caminho do sofrimento e da dor e, neste caso infeliz, teremos um longo período de reconstrução que poderá durar mais de mil anos, segundo Chico Xavier.

Entretanto, sejamos otimistas. Lembremo-nos que deste período de 50 anos já se passaram 42 anos em que as nações mais desenvolvidas e responsáveis do planeta conseguiram se suportar umas às outras sem se lançarem a uma guerra de extermínio nuclear. Essa era a pré-condição imposta por Jesus.Não estamos entregues à fatalidade nem predeterminados ao sofrimento. Estamos diante de uma encruzilhada do destino coletivo que nos une à nossa casa planetária, aqui na Terra. Temos diante de nós dois caminhos a seguir. O caminho do amor e da sabedoria nos levará a mais rápida ascensão espiritual coletiva. O caminho do ódio e da ignorância acarretar-nos-á mais amplo dispêndio de séculos na reconstrução material e espiritual de nossas coletividades. Tudo virá de acordo com nossas escolhas de agora, individuais e coletivas. Oremos muito.

O próprio Emmanuel, através de Chico Xavier, respondendo a uma entrevista já publicada em livro nos diz que as profecias são reveladas aos homens para não serem cumpridas. São na realidade um grande aviso espiritual para que nos melhoremos e afastemos de nós a hipótese do pior caminho.

Por Marlene Nobre e Geraldo Lemos Neto



quarta-feira, 25 de novembro de 2015

25 DE NOVEMBRO É DIA INTERNACIONAL DA NÃO-VIOLÊNCIA CONTRA MULHER


HOMEM QUE É HOMEM NÃO BATE, NÃO CONSTRANGE, NÃO EXPÕE UMA MULHER. ESTE HOMEM NÃO É DIGNO DE SUSTENTAR O TÍTULO DE HOMEM E SIM DE COVARDE. NÃO MERECE RESPEITO E MUITO MENOS QUALQUER SENTIMENTO DE CARINHO E CONSIDERAÇÃO. DIGO NÃO AOS COVARDES!

ROBERTA CARRILHO



A data de 25 de novembro de 1960 ficou conhecida mundialmente por conta do maior ato de violência cometida contra mulheres. As irmãs Dominicanas Pátria, Minerva, e Maria Teresa, conhecidas como “Las Mariposas”, que lutavam por soluções para problemas sociais de seu país foram perseguidas, diversas vezes presas até serem brutalmente assassinadas.


A partir daí, 25 de novembro passa a ser uma data de grande importância, principalmente para aquelas que sofrem ou já sofreram violência.

Violência ocorre nos espaços públicos e privados e não é só agressão física é também psicológica e moral. Agressões verbais reduzem a auto-estima e fazem as mulheres se sentirem desprezíveis. Causam danos à saúde: geram estresse e enfermidades crônicas. A violência interfere na vida, no exercício da cidadania das mulheres, no desenvolvimento da sociedade em sua diversidade e traz traumas muitas vezes para toda vida social-afetiva desta mulher violentada.

25 de novembro como o “Dia da Não Violência Contra a Mulher”, foi decidido por organizações de mulheres de todo o mundo reunidas em Bogotá, na Colômbia, em 1981 em homenagem as irmãs, que responderam com sua dignidade à violência, não somente contra a mulher, mas contra todo um povo. A partir daí, esta data passou a ser conhecida como o “Dia Latino Americano da Não Violência Contra a Mulher”.

Em 1999, a Assembléia Geral da ONU proclama essa data como o ”Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra a Mulher” a fim de estimular que governos e sociedade civil organizada nacionais e internacionais realizem eventos anuais como necessidade de extinguir com a violência que destrói a vida de mulheres considerado um dos grandes desafios na área dos direitos humanos.

A violência contra a mulher passa a ser um problema mundial que não distingue cor, classe social nem raça: é maléfica, absurda e injustificável!! Essa Campanha tem como objetivos revelar a dimensão do feminicídio e denunciar o aumento do número de casos de mortes de mulheres por razões de gênero. Chamar a atenção sobre índices e ausência de registros confiáveis; estimular a informação sobre o feminicídio e atuar contra a impunidade.
A violência contra as mulheres é uma questão social e de saúde pública, pois:

- Revela formas cruéis e perversas de discriminação de gênero;
- Desrespeita a cidadania e os direitos humanos;
- Destrói sonhos e viola a dignidade.

Tem se mostrado como expressão mais clara da desigualdade social, racial e de poder entre homens e mulheres, tornando visível a opressão social, em que se materializa nas marcas físicas e psicológicas ao segmento que perfaz mais da metade da população brasileira.
Dia 25 de novembro será um dia importante para manifestar, lembrar, protestar e mobilizar a sociedade e o estado contra a violência à mulher.



terça-feira, 24 de novembro de 2015

CONFLITOS DENTRO DE MIM por Tico Santa Cruz



Sou super fã deste ser pensante Tico Santa Cruz, amoroso, honesto, sincero,  corajoso, inteligente e autêntico.
Roberta Carrilho


TODOS VENCEDORES, TEM ESTE TÍTULO PORQUE "VENCE  DORES".

Tico Santa Cruz
https://www.facebook.com/ticosantacruz/?fref=nf

Deixa eu contar uma coisa pra você. 

Desde que me conheço por gente vivo em ambientes de conflito. Cresci tentando tapar meus ouvidos para não ouvir meus pais brigando. Minha casa era um mini inferno. Tive sérios conflitos com meus irmãos, muitos conflitos nas escolas, nas ruas, nos lugares por onde andei. 


Tenho muitos conflitos dentro de mim. Conflitos no coração, na mente, na alma. Conflitos existenciais, conflitos espirituais, Políticos, sociais, conflitos domésticos, conflitos nos ambientes onde trabalho. Sou um conflito ambulante. 

Quando me olho no espelho só vejo conflitos. Até quando estou em paz entro em conflito. Minha identidade é de conflito e quem convive comigo convive com todos esses conflitos. 


Estar constantemente em conflito me gera outro grande conflito:

Por que não sou capaz de viver em harmonia com o que me cerca?


Por que não me adapto ao mundo em seus padrões e suas cores como as pessoas normais convivem?

Por que não aceito a realidade que se apresenta a mim sem desejar descobrir o que há por trás dela? 

Não encontro respostas e logo se estabelece um novo conflito. E assim vou vivendo uma guerra eterna. INTERNA. Nas entrelinhas de todas as minhas relações. Deixando rastros de desordem onde passo por mim. Incomodando as pessoas que tento ser. Tornando conflituosa toda e qualquer situação em que me encontre para que possa me sentir familiarizado com a guerra e então consiga controlar e resolver os conflitos, mesmo ciente de que no fundo isso seja só mais um conflito que me deixa a sensação de que sou capaz de vencer e seguir adiante.

Seguir para onde? 
Com qual objetivo? 

E novos conflitos voltam a incendiar minha alma e logo percebo que estou em estado de alerta e pronto para atirar.

Pronto para combater. 
Combater o que? 
Combater por quem? 

Não sei. Se lhe disser que esse é UM dos meus maiores conflitos não estarei mentindo. Eu nasci para lutar, sem medo de morrer. Nesse meu inferno privado, com qual convivo diariamente comigo mesmo, estou o tempo inteiro travando batalhas com meus inimigos e quem são eles?

Não sei! Só sei que estão ali, estão por toda parte, estão querendo me destruir, me derrubar, tentando de todas as formas me desestabilizar. Eu. 

E em meio a tanta histeria, tanta gritaria, tanto barulho, ouço os gritos de meus pais, meus gritos com meus filhos, os gritos de todos os inocentes, a gritaria da cavalaria que se aproxima com a espada em punho, o choro do menino malvado que só queria alguns minutos para descansar de seu conflito fundamental…

Qual é?

Aprender a ser alguém capaz de amar, de oferecer amor, de fazer algo de bom para as pessoas, que lhes façam esquecer por alguns minutos de seus conflitos também… que lhes façam sorrir, cantar, ver a vida com olhos de otimismo e esperança, compaixão, bondade, boa fé… 

É difícil carregar todos estes conflitos no peito e tendo consciência deles e do mal que podem fazer, transformá-los em algo positivo para que possa evitar que outros meninos e meninas que estão nesse momento tapando os ouvidos para não ouvir as brigas de seus pais, de seus irmãos, de seus amigos, de seus vizinhos, de seus compatriotas, consigam algum dia entender que conflitos são inevitáveis, mas que podemos escolher aqueles que queremos viver e que todos os outros a gente resolve aqui dentro de nós mesmos e que sirvam para nos mostrar que apesar de todas as dificuldades, vale a pena viver e ser hoje melhor com o mundo do que fui ontem… 

Para enfim… morrer em paz.

Tico Santa Cruz




quarta-feira, 18 de novembro de 2015

FOI UM AMOR QUE CONHECI; PRAZER DA MINHA VIDA por Paulo Coelho



O essencial é indefinível.
Como definir a cor amarela, 
o amor, a pátria, o sabor de café? 
Como definir a pessoa que amamos? 
Não se pode”. 

– J.L. Borges –



Há beijos e toques que são tão fugazes que tenho que pedir que voem ao passar. Agora coloco reticências em tudo, porque sei que continuará e que sempre posso fazer intermináveis meus momentos contigo.

Não importa se o tempo passar, se as paixões já não se apertarem, você sempre estará em uma zona reservada em meu coração. Uma zona na qual o amor não tem cores, mas sim intensidade. E, além de nosso, não foi breve, foi eterno.

Por tudo isso, porque se foi e não voltará, porque o que virá… Foi um amor te conhecer, prazer da minha vida…
Roberta Carrilho



“Dizem que, ao longo da vida, temos dois grandes amores: um com o qual você se casa e vive para sempre, pode ser o pai ou a mãe de seus filhos… Essa pessoa com a qual você consegue a compenetração máxima para passar o resto da sua vida com ela.

E dizem que sempre há um segundo amor, uma pessoa que você sempre perderá, alguém com quem você nasceu conectado, tão conectado que as forças da química escapam da razão e sempre o impedirão de alcançar um final feliz.

Até que certo dia você deixará de tentar… Se renderá e passará a procurar por outra pessoa, que acabará encontrando. Mas posso lhe assegurar de que você não passará sequer uma noite sem precisar de um beijo seu, ou talvez somente discutir mais uma vez.

Você sabe de quem estou falando, porque enquanto está lendo isso, um nome vai surgindo na sua cabeça. Você se livrará dele, ou dela, deixará de sofrer, conseguirá encontrar a paz (será substituída pela calma), mas asseguro-lhe de que você não passará sequer um dia sem desejar que esta pessoa esteja por perto para perturbar um pouco.

Porque, às vezes, gasta-se mais energia discutindo com alguém que se ama, do que fazendo amor com alguém que você aprecia.”

Paulo Coelho




domingo, 15 de novembro de 2015

SETE FRASES QUE NUNCA DEVEM SER DITAS AO SEU PARCEIRO



É provável que depois de algum tempo de convivência, você já saiba o que chateia ou enfurece seu parceiro. No entanto, às vezes a teimosia e o egoísmo são mais fortes. Sem dúvida ninguém quer brigar em casa; todos nós preferimos que tudo seja maravilhoso e que nenhum probleminha atrapalhe o relacionamento. Mas o que fazemos para conseguir isso? Será que realmente assumimos um papel mais conciliador, evitando discutir por questões que já sabemos que causarão discussão? Ou gostamos de colocar mais lenha na fogueira?

De acordo com uma pesquisa da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, casais discutem “erroneamente”, e é por isso que as feridas não costumam “cicatrizar” tão facilmente. Isso provoca distanciamento, separação e até o divórcio. É verdade que existem muitos desentendimentos dentro de um casamento (é impossível pensar e dizer o mesmo 100% das vezes) mas, talvez, você esteja agindo de uma maneira que machuca seu par de forma irreversível.

A psicoterapeuta Julie Hanks, especialista em relações amorosas, informa que costumamos dizer frases, fazer perguntas ou afirmações que são extremamente prejudiciais para a relação.

Os 4 elementos capazes de matar qualquer relacionamento amoroso

Um relacionamento amoroso requer um grande esforço por parte das duas pessoas que a formam. Já havia falado antes sobre como casais inteligentes resolvem seus problemas - Todos os casais passam por brigas e enfrentamentos de vez em quando, o que é totalmente normal e significa que estão tendo uma vida juntos. Essas discussões não colocam em perigo a relação quando são enfrentadas de maneira inteligente e com boa comunicação. De fato, esses conflitos podem fazer com que o casal se aproxime ainda mais, fortalecendo a relação. O segredo aqui é saber gerenciar o conflito e decidir a melhor maneira para solucioná-lo.

Comparação entre casais com pouco sucesso e casais inteligentes

Os casais que não definiram a maneira que enfrentarão os problemas ou discussões tendem a brigar, fugir e guardar os ressentimentos que se originam por aquilo que se disse ou fez, inclusive durante anos. Esse tipo de casal costuma brigar e se manter irritado durante longos períodos de tempo. Isso vai fazendo com que a relação esfrie, que se perca a confiança e que deixem de ser um casal para se transformar em duas pessoas que apenas dividem a casa onde habitam.

Por outro lado, os casais inteligentes desenvolveram a habilidade de encontrar os problemas e solucioná-los entre os dois e deixá-los ir como feridas cicatrizadas para sempre. Esses casais se esforçam para cuidar do seu relacionamento entre si, mais do que encontrar detalhes para ter razão. O habitual é que casais envolvimentos inteligentes enfrentem os problemas íntimos tendo como ponto de partida o interesse comum de encontrar soluções.

Os quatro segredos de um casal inteligente.

Coisas que um casal inteligente faz para manter sua estabilidade: 

1. Falar dos problemas que acontecem no momento em que eles aparecem, sem se machucar nem adotar atitudes negativas contra o outro (culpa, ameaças, recriminação, etc.). 

2. Uma vez que os problemas sejam solucionados, estabelecer regras para evitar que voltem acontecer e que se guarde ressentimentos. 

3. Negociar os problemas entre o casal, sem incluir ninguém mais, salvo um especialista. 

4. Antes de tudo e sem importar o tipo, razão ou tamanho do problema respeitam-se mutuamente e não se esquecem de que se amam. 

Não existe casal perfeito 

Sejamos realistas, não existem casais sem diferenças. O que existe são casais inteligentes, os quais desenvolveram a capacidade de melhorar seu relacionamento e sua comunicação. Esses casais sabem que é necessário escutar as ideias das duas partes, dialogam sem atacar o outro e aprendem com os erros para manter vivo o amor que os nutre de felicidade. Estes são os casais que, quando chegam na velhice, são olhados com inveja e admiração pelo amor que possuem entre si e pela fortaleza da sua relação., agora irei falar dos quatro elementos que podem acabar, inclusive, com aquela que parece ser a melhor das relações. 

Os quatro elementos são:

crítica
A crítica é muito comum numa relação, pode-se dizer que, de fato, ela é necessária para abordar os aspectos que nos afetam ou chateiam e, chegar a um acordo para, finalmente, solucionar a situação. No entanto, a crítica que mata as relações é aquela feita com o objetivo de ferir os sentimentos da outra pessoa, ou seja, a crítica destrutiva. Esse tipo de crítica tem o objetivo de fazer a pessoa se sentir culpada para, então, a outra conseguir o que quer, por exemplo: “Você só chega tarde porque não se preocupa comigo”. Essa situação pode fazer com que a vítima tenha complexos de inferioridade e pode terminar, completamente, com o amor na relação.

O desprezo
O desprezo numa relação pode ser demonstrado de diferentes formas: sarcasmo, apelidos desagradáveis, feições e gestos, indiferença, entre outras situações. Qualquer uma dessas demonstrações acabará levando à falta de confiança e segurança por parte da vítima, o que irremediavelmente, costuma levar à separação e/ ou divórcio.

Estar sempre na defensiva
Uma pessoa que está sempre na defensiva é aquela que não dá importância aos seus erros e sempre procura desculpas para se justificar. Mesmo que essa seja uma atitude bastante comum em muitas pessoas, quando um dos membros de um relacionamento deixa de assumir, por completo, suas responsabilidades, o fim da relação pode estar a caminho. Isso se deve ao fato de que a pessoa que está sempre na defensiva irá culpar seu companheiro todo o tempo, fazendo com que a outra pessoa sinta que o peso da relação está somente sobre seus ombros. Isso pode terminar na completa morte do amor e na procura pelo divórcio.

Então, escolher não dizê-las pode ser o segredo para que o relacionamento funcione. Frases a evitar para não entrar numa discussão com seu parceiro

1- “Deixa eu explicar como se faz”: essa frase é especialmente perigosa quando é pronunciada em um contexto em que algum dos membros do relacionamento está zangado. Dependendo do tom, pode estressar ou mostrar uma superioridade que pode, até mesmo, chegar a ofender a pessoa que escuta.

2- “Meu ex fazia assim…”: nunca compare seu parceiro com relacionamentos do passado, nem mesmo em forma de piada ou brincadeira. O fato de que você está pensando numa pessoa com quem já esteve pode machucar muito a pessoa com a qual você convive atualmente. A menos que a comparação seja a favor de seu parceiro atual, o que pode até ser reconfortante, pense na situação inversa. Você gostaria que seu parceiro estivesse o tempo todo se referindo à sua ex? Ou, o que é ainda pior, comparando tal ex com você?

3- “Se me amasse de verdade, você faria…”: essa frase é uma chantagem escondida. Se você disser isso, fará com que seu parceiro sinta que nunca poderá ganhar nem fazer o que deseja, sem levar em conta seus sentimentos ou gostos. Para demonstrar o amor que ele sente por você, não é necessário que ele faça tudo o que você quiser. Se esse comportamento funciona a curto prazo, está comprovado que, a longo prazo, ele se transforma em ressentimento e ódio.

4- “Porque você não pode ser como…?”: essa frase pode ser terminada de muitas maneiras, desde seu ex até um amigo muito próximo, passando pelo marido ou pela mulher de seu amigo, ou amiga. Evite fazer comparações de seu parceiro com qualquer outra pessoa ao seu redor, seja essa pessoa do presente ou do passado. Você se casou ou está vivendo com seu parceiro porque o ama; por isso mesmo, não peça que ele seja parecido com outra pessoa. Provavelmente isto causará raiva e até vergonha, o que pode acabar acarretando um isolamento emocional, que será muito difícil de romper. 

5 “Você age como se fosse… (sua mãe ou seu pai)”: isso pode ser bom, mas também pode ser ruim; vai depender de como é dito. Se a relação com a pessoa a quem foi comparado não é muito boa, não queira fazer seu parceiro sentir-se mal. É muito comum que seu parceiro aja como seus pais, pois foram eles quem o criaram e lhe ensinaram coisas, sem falar da herança do DNA. As emoções que você despertará com esses dizeres podem ser muito dolorosas, mais do que você pode imaginar. 

6- “Você só precisa ter vontade!”: ninguém no mundo gosta de ouvir do seu parceiro um “seja homem!”, ou um “seja mulher!”, pois isso tira claramente a masculinidade, ou a feminilidade, da pessoa; é como jogá-las no chão e atropelá-los com um carro. Dizer essas coisas pode fazer muito mal à autoestima e, principalmente, à relação. 

7- “Meu ex dava mais atenção a mim”: novamente, não compare seu parceiro atual com outros homens e mulheres (muito menos com algum ex); também não diga que seu modo de agir é melhor ou pior que o dos demais. Isso nunca inspirará seu parceiro a lhe oferecer o que você deseja ou o que necessita. Pelo contrário, isso aumentará o distanciamento ou o ressentimento. Seu parceiro irá se sentir muito mal por não te satisfazer e, a longo prazo, isto poderá ser visto como um questionamento sobre seu amor por você. 




sexta-feira, 13 de novembro de 2015

FAZIA TEMPO QUE NÃO ME SENTIA ASSIM TÃO MULHER TÃO DONA DE MIM



Fazia tempo que não sentia a alma tão despida. Fazia tempo que não me olhava de verdade. Fazia tempo que apenas dobrava esquinas, sem nunca ter andado pelas ruas, sentido as pedras,dando tropeções. Fazia tempo que não sentia este tipo de emoções tão térreas, tão mudas e inteiras, como só as verdadeiras emoções sabem ser. Fazia tempo que não me sentia assim, tão mulher, tão dona de mim!







O SOFRIMENTO NOS TORNA MAIS FORTES por Gema Sanches Cuevas



Faço destas palavras os meus sentimentos.Roberta Carrilho
"E o tempo dono de todas as coisas, ensina quão provisório é o pranto e a gargalhada. Por isso não recuso nada. Que venha o que vier, como vier. Eu suporto qualquer circunstância que me lapide, que me desassossegue para que eu valorize os momentos de paz do meu coração. Vida é totalidade. Inclui tudo. Vida é vontade de mundo. Dor faz parte da vida e, por mais preciosa que seja, não permito que ela seja a parte mais importante". ____ Marla de Queiroz



Do sofrimento surgem as almas mais fortes, aquelas que apesar do sofrimento e das dificuldades, decidiram não se entregar. São almas resilientes. Almas que passaram por muitas dificuldades e complicações, mas reagiram de uma maneira positiva e transformaram essa situação em um grande aprendizado.

Almas que navegaram nas profundezas da negligência e do sofrimento, no oceano dos medos, e superaram tudo isso com muita valentia. São almas fortes e gentis. Almas que em algum momento se viram perdidas em um labirinto de obstáculos, acorrentadas pela prisão de seus próprios medos, mas foram capazes de encontrar o caminho de volta. São almas corajosas.

São almas sensíveis, delicadas e inspiradoras, porque sua fortaleza é constituída pela sensibilidade com que vê o mundo, pela delicadeza dos seus atos e por sua inspiração interior. Almas que transformaram suas feridas em cicatrizes, que são as marcas de tudo o que já viveram, das suas lutas e superações.Essas cicatrizes lhes mostram que a arte de viver não consiste em eliminar os problemas, mas aprender e crescer com eles. Com força e vontade, tudo é possível.

Cada cicatriz possui a sua beleza. Elas nos falam de histórias pessoais, dores, medos e desilusões, que de alguma maneira chegaram ao fim.

Como disse o escritor e cantor Marwan, as cicatrizes são as costuras da memória, um arremate imperfeito que cura as feridas, e são a forma que o tempo encontra para que nunca nos esqueçamos das experiências vividas. O sofrimento torna as almas mais fortes. Almas pacientes, almas persistentes, que encontraram o sorriso de cada lágrima, uma alternativa para cada problema e uma oportunidade em cada crise.

Almas gigantes que muitas vezes são invisíveis, porque sua grandeza se traduz pela capacidade de se recompor, e isso, apesar de tão grandioso e desmedido, pode passar despercebido. Almas heroicas que souberam ver a luz dentro da escuridão e o arco-íris na tempestade.

Almas que quando perceberam que não podiam mudar as pessoas, as circunstâncias e as coisas, decidiram mudar de atitude para enfrentar o sofrimento. São almas perspicazes. Almas que em algum momento se encontraram com elas mesmas e decidiram se conhecer melhor, e a partir daí ser a sua melhor companhia. São almas profundas.

Almas mestras com as quais podemos aprender muitas lições e conversar sobre as dificuldades; despertam nossa vontade de superação. Conseguiram transformar suas lembranças dolorosas em um dom para ajudar os demais. Almas aprendizes, onde todo o mal serve como um suporte para crescer, progredir e evoluir, apesar das tempestades. Descobriram sua capacidade de reinterpretar e identificar as diferentes perspectivas de uma determinada situação.

Almas repletas de beleza com suas nuances especiais. Almas dispostas a ajudar, porque ninguém conhece como elas a profundidade de um sentimento. São almas inteligentes. Do sofrimento surgem almas mais fortes e por isso, quero agradecer-lhes a sua capacidade de se recompor apesar das dificuldades. São o nosso maior exemplo de vida.


Texto original em espanhol de Gema Sanches Cuevas

terça-feira, 10 de novembro de 2015

NO ANO PASSADO por Pepê Ouro Preto





O ano passado passou batido 
E eu sempre atrasado 
Achando tudo esquisito

No ano passado em Paris 
Agora morto de medo 
Em Pedro Juan Caballero

No ano passado flor de lis 
Hoje só espinhos no jardim 
Coração na mão esperando o sim 
Daquele toque que te dei

No ano passado o mais lindo rei 
Hoje mendigo correndo o chapéu 
A fim de ir pro céu 
Num boeing ou teco-teco

E a resposta vem num eco 
Do grito que eu mesmo gritei 
Quando me tiraram o cetro 
A felicidade de ser rei

Quem sabe dia desses vai se orgulhar 
O quanto adorei o passado 
E mesmo atrasado 
Sempre quis te amar




Pepê Ouro Preto
Um dos melhores fotógrafos da cultura mineira


Pepê meu amigo querido de Ouro Preto
Eu agradeço o seu presente !! 
É uma honra para mim... 
Com todo carinho publico aqui no meu blog
para que todos os meus amigos, seguidores, eticetera
possam ter acesso às suas obras,
sejam em fotos sejam em poemas.
Abraços,
Roberta Carrilho



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domingo, 8 de novembro de 2015

A SOLIDÃO DO PAPA FRANCISCO


Papa Francisco está lutando contra os cardeais e bispos que gastam milhões de euros para manter um alto padrão de vida e luxos pessoais, contra a corrupção, desvios de dinheiro de doações e escândalos financeiros dentro da Santa Sé.

Uma nova era para o catolicismo, 
a ERA DE FRANCISCO.





Papa Francisco: "É triste ver na Igreja bispos e padres apegados ao dinheiro" - "Se um fiel fala da pobreza ou dos sem-teto e leva uma vida de faraó... isso não se pode fazer. Essa é a primeira tentação." Essa foi a declaração do Papa Francisco ao Straatnieuws, um jornal de rua holandês, concedida no dia 27 de outubro de 2015 e traduzida sexta-feira (06/11/15) pela Radio Vaticana.


A reportagem é de Renato Paone, publicada no sítio L'HuffingtonPost.it, 06-11-2015. A tradução é de Moisés Sbardelotto.



A afirmação do pontífice, relida à luz do escândalo Vatileaks 2, que surgiu nos últimos dias, soa mais como uma resposta às críticas sobre o luxo em que vivem cardeais e bispos, e à corrupção e aos escândalos financeiros dentro da Santa Sé, em vez de um simples chamado aos valores do Evangelho.

Pensamento reiterado na homilia da manhã dessa sexta-feira em Santa Marta: "Há aqueles que, em vez de servir, de pensar nos outros, de lançar as bases, se servem da Igreja, os carreiristas apegados ao dinheiro. E quantos sacerdotes e bispos vimos assim".

"Deus nos salve das tentações de uma vida dupla, onde eu me mostro como alguém que serve e, em vez disso, me sirvo dos outros", foi a advertência do papa. "É-nos pedido – continuou Francisco – que nos coloquemos ao serviço, mas há alguns que alcançaram um status e vivem comodamente sem honestidade, como os fariseus no Evangelho. Comovem-me aqueles padres e aquelas irmãs que, por toda a vida, estiveram a serviço dos outros." São esses padres e essas irmãs, destacou o papa, "que representam a alegria da Igreja".

"No Evangelho – retomou Bergoglio – o Senhor nos faz ver a imagem de outro servo, que, em vez de servir os outros, se serve dos outros." E, sublinhou, "nós lemos aquilo que esse servo fez, com quanta esperteza se moveu, para permanecer no seu lugar". Uma ambivalência que não deveria existir dentro da Igreja, concluiu Francisco. 

Na entrevista ao Straatnieuws, Bergoglio insiste na necessidade de resistir às tentações, duas em particular: "A Igreja deve falar com a verdade e também com o testemunho da pobreza. Se um fiel fala da pobreza ou dos sem-teto e leva uma vida de faraó... isso não se pode fazer. Essa é a primeira tentação. A outra tentação é fazer acordos com os governos", disse o papa, desde que sejam acordos claros e transparentes. 

"Nós administramos este edifício – exemplifixou Bergoglio –, mas as contas são todas controladas, para evitar a corrupção. Porque sempre há a tentação da corrupção na vida pública, tanto política, quanto religiosa." 

O Papa Francisco contou uma experiência concreta sua: "Lembro que, uma vez, vi com muita dor quando a Argentina, sob o regime dos militares, entrou em guerra contra a Grã-Bretanha pelas Ilhas Malvinas. As pessoas davam coisas, e eu vi que muitas pessoas, inclusive católicos, que eram encarregados de distribuí-las, levavam-nas para casa. Sempre há o perigo da corrupção. Uma vez, eu fiz uma pergunta a um ministro argentino, um homem honesto, que deixou o cargo porque não podia concordar com algumas coisas um pouco obscuras. Eu lhe perguntei: 'Quando vocês enviam ajudas, sejam alimentos, sejam roupas, seja dinheiro aos pobres e aos necessitados, daquilo que vocês enviam, quanto chega lá, tanto em dinheiro quanto em despesas?' Ele me disse: '35%'. Significa que 65% se perde. É a corrupção: um pedaço para mim, outro pedaço para mim". 

Uma história que parece reforçar o caso do Óbolo de São Pedro descrito no livro de Gianluigi Nuzzi, Via Crucis, que revelou que, dos 10% que em 2013/2014 entraram no Vaticano para a beneficência do pontífice, 6% iam parar no saneamento das contas em vermelho da Cúria, 2% eram postos de lado em um fundo – que já soma 400 milhões de euros – e só 2% eram direcionados ao canal humanitário dedicado à beneficência. 

"Ontem – continuou o papa na entrevista – eu pedi para enviar ao Congo 50 mil euros para construir três escolas em países pobres. A educação é uma coisa importante para as crianças. Eu fui até a administração competente, fiz esse pedido, e o dinheiro foi enviado." 

Depois, ele explicou por que renunciou ao apartamento do Palácio Apostólico, optando por Santa Marta: "Depois de ver aquele apartamento, me pareceu um funil ao contrário, isto é, grande, mas com uma porta pequena. Isso significa estar isolado. Eu pensei: não posso viver aqui, simplesmente por motivos mentais. Me faria mal. No início, parecia uma coisa estranha, mas eu pedi para ficar aqui, em Santa Marta. E isso me faz bem, porque eu me sinto livre. Eu como na sala de jantar, onde todos comem. E, quando chego antes, eu como com os funcionários. Encontro as pessoas, as cumprimento, e isso faz com que a gaiola de ouro não seja tanto uma gaiola. Mas eu sinto falta da rua". 

Bergoglio também enfatiza que não existem tesouros da Igreja, porque estes, na realidade, são "tesouros da humanidade": "Se amanhã eu disser que a Pietà de Michelangelo seja leiloada, isso não se pode fazer, porque não é propriedade da Igreja. Ela está em uma igreja, mas é da humanidade. Isso vale para todos os tesouros da Igreja. Mas começamos a vender presentes e as outras coisas que me são dadas. E os proventos da venda vão para Dom Krajewski, que é meu esmoleiro. E depois há a rifa. Havia carros que foram todos vendidos ou doados com uma rifa, e a renda foi usada para os pobres. Há coisas que podem ser vendidas, e estas são vendidas". 

Francisco termina a entrevista expressando um desejo, uma esperança: "Eu gostaria de um mundo sem pobres. Embora me pareça um pouco difícil de imaginar. Nós devemos lutar por isso. Mas sou uma pessoa que crê e sei que o pecado está sempre dentro de nós. E a cobiça humana sempre existe, a falta de solidariedade, o egoísmo que cria os pobres. Eu não sei se conseguiremos esse mundo sem pobres, porque o pecado sempre existe e nos traz o egoísmo. Mas devemos lutar sempre".