domingo, 30 de junho de 2013

DILMA É A PRIMEIRA LÍDER MUNDIAL A OUVIR AS RUAS - (O sociólogo espanhol Manuel Castells) ISTO É


Maior especialista contemporâneo em movimentos sociais nascidos na internet, o sociólogo espanhol diz que a condução da crise no Brasil mostra que há esperanças de se reconectar instituições e cidadãos


PROTESTOS NA AMÉRICA LATINA

“Há um movimento estudantil forte no Chile, embriões
surgindo na Colômbia, no México e no Uruguai”, diz Castells


O sociólogo espanhol Manuel Castells, 68 anos, estava no Brasil participando de uma série de conferências quando os protestos pela redução das tarifas de ônibus começaram, ainda tímidos, em São Paulo. Um dos maiores especialistas da atualidade em movimentos sociais na era da internet, nem ele podia imaginar que o País todo seria tomado por uma onda de passeatas que se transformaria na mais importante manifestação política da sociedade brasileira em 20 anos. “Se querem mudanças, não bastam somente as críticas na internet. É preciso tornar-se visível, desafiar a ordem estabelecida e forçar um diálogo”, afirma o sociólogo. Castells analisou outros movimentos semelhantes, como a Primavera Árabe, o Occupy, nos Estados Unidos, os Indignados, na Espanha, e agora também acompanha a defesa da Praça Taksim, na Turquia. Com extenso e respeitado trabalho sobre o papel das novas tecnologias de informação e comunicação, o sociólogo diz que a grande força desses movimentos é a ausência de líderes e enxerga um esgotamento do modelo atual de representatividade. Autor de 23 livros, ele lança em breve “Redes de Indignação e Esperança – Movimentos Sociais na Era da Internet” (Zahar Editora). Castells foi professor da Universiade de Berkeley, na Califórnia, por 24 anos. Atualmente, vive em Barcelona, na Espanha, de onde falou à ISTOÉ por e-mail, e é professor da Universidade Aberta da Catalunha e da Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles, nos Estados Unidos.


“As críticas de José Serra (às iniciativas de Dilma)
são típicas da incompreensão dos políticos
 sobre o direito das pessoas de decidir”

Fotos: Marcelo Justo/Folhapress; EPITÁCIO PESSOA/AE; Stan HONDA/afp



“A grande força desses movimentos é que eles 
são espontâneos, livres, uma celebração da liberdade. 
O Occupy deixou novos valores para os americanos”


Istoé - O sr. estava no Brasil quando ocorreram os primeiros protestos em São Paulo. Podia imaginar que eles tomariam essa proporção?
Manuel Castells - Ninguém podia. Mas o que eu imaginava, e pesquisei durante vários anos, é que a crise de legitimidade política e a capacidade de se comunicar através da internet e de dispositivos móveis levam à possibilidade de que surjam movimentos sociais espontâneos a qualquer momento e em qualquer lugar. Porque razões para indignação existem em todos os lugares.

Istoé - O Brasil reduziu muito a desigualdade social nos últimos anos e tem pleno emprego. Como explicar tamanho descontentamento?
Manuel Castells - A juventude em São Paulo foi explícita: “Não é só sobre centavos, é sobre os nossos direitos.” É um grito de “basta!” contra a corrupção, arrogância, e às vezes a brutalidade dos políticos e sua polícia.

Istoé - Faz sentido continuar nas ruas se os problemas da saúde e da educação não podem ser resolvidos rapidamente, como o das passagens de ônibus?
Manuel Castells - Em primeiro lugar, o movimento quer transporte gratuito, pois afirma que o direito à mobilidade é um direito universal. Os problemas de transporte que tornam a vida nas cidades uma desgraça são consequência da especulação imobiliária, que constrói o município irracionalmente, e de planejamento local ruim, por causa da subserviência dos prefeitos e suas equipes aos interesses do mercado imobiliário, não dos cidadãos. Além disso, por causa da mobilização, a presidenta Dilma Rousseff também está propondo novos investimentos em saúde e educação. Como leva muito tempo para obter resultados, é hora de começar rapidamente.

Istoé - A presidenta Dilma agiu corretamente ao falar na tevê à nação, convocar reuniões com governadores, prefeitos e manifestantes para propor um pacto?
Manuel Castells - Com certeza, ela é a primeira líder mundial que presta atenção, que ouve as demandas de pessoas nas ruas. Ela mostrou que é uma verdadeira democrata, mas ela está sendo esfaqueada pelas costas por políticos tradicionais. As declarações de José Serra (o ex-governador tucano criticou as iniciativas anunciadas pela presidenta) são típicas de falta de prestação de contas dos políticos e da incompreensão deles sobre o direito das pessoas de decidir. Os cargos políticos não são de propriedade de políticos. Eles são pagos pelos cidadãos que os elegem. E os cidadãos vão se lembrar de quem disse o quê nesta crise quando a eleição chegar.

Istoé - Como comparar o movimento brasileiro com os que ocorreram no resto do mundo?
Manuel Castells - Houve milhões de pessoas protestando dessa forma durante semanas e meses em países de todo o mundo. Nos Estados Unidos, por exemplo, mais de mil cidades foram ocupadas entre setembro de 2011 e março de 2012. A diferença no Brasil é que uma presidenta democrática como Dilma Rousseff e um punhado de políticos verdadeiramente democráticos, como Marina Silva, estão aceitando o direito dos cidadãos de se expressar fora dos canais burocráticos controlados. Esse é o verdadeiro significado do movimento brasileiro: ele mostra que ainda há esperança de se reconectar instituições e cidadãos, se houver boa vontade de ambos os lados.

Istoé - O que é determinante para o sucesso desses movimentos convocados pela internet?
Manuel Castells - Que as demandas ressoem para um grande número de pessoas, que não haja políticos envolvidos e que não haja líderes manipulando. Pessoas que se sentem fortes apoiam umas às outras como redes de indivíduos, não como massas que seguem qualquer bandeira. Cada um é seu próprio movimento. A brutalidade policial também ajuda a espalhar o movimento através de imagens na internet difundidas por telefones celulares.

Istoé - Por que tantos protestos acabam em saques e depredações? Como evitar que marginais se aproveitem do movimento?
Manuel Castells - Há violência e vandalismo na sociedade. É impossível preveni-los, embora os movimentos em toda parte tentem controlá-los porque eles sabem que a violência é a força mais destrutiva de um movimento social. Às vezes, em alguns países, provocadores apoiados pela polícia criam a violência para deslegitimar o movimento.

Istoé - Como a polícia deve agir?
Manuel Castells - Intervir de forma seletiva, com cuidado, profissionalmente, apenas contra os provocadores e os grupos violentos. Nunca, nunca disparar armas letais, e se conter para não bater indiscriminadamente em manifestantes pacíficos. A polícia é uma das razões pelas quais as pessoas protestam.

Istoé - A ausência de líderes enfraquece o movimento?
Manuel Castells - Pelo contrário, este é o vigor do movimento. Todo mundo é o seu próprio líder.

Istoé - Mas isso não inviabiliza a negociação com a elite política?
Manuel Castells - Não, a prova disso é que a presidenta Dilma Rousseff se reuniu com alguns representantes do movimento.

Istoé - Qual é a grande força e a grande fraqueza desses movimentos?
Manuel Castells - A grande força é que eles são espontâneos, livres, festivos, é uma celebração da liberdade. A fraqueza não é deles, a fraqueza são a estupidez e a arrogância da classe política que é insensível às demandas autônomas de cidadãos.

Istoé - No Brasil, partidos políticos foram banidos das manifestações e há quem enxergue nisso o perigo de um golpe. Faz sentido essa preocupação?
Manuel Castells - Não há perigo de um golpe de Estado. Os corruptos e antidemocráticos já estão no poder: eles são a classe política.

Istoé - Como resolver a crise de representatividade da classe política?
Manuel Castells - Com reforma política, com uma Assembleia Constituinte e um referendo. A presidenta Dilma Rousseff está absolutamente certa, mas, nesse sentido, ela será destruída por sua própria base.

Istoé - Essas manifestações articuladas através das redes sociais demandam uma nova forma de participação dos cidadãos nos processos de decisão do Estado? Qual?
Manuel Castells - Sim, esta é a nova forma de participação política emergente em toda parte. Analisei este mundo em meu livro mais recente.

Istoé - O que há em comum entre os movimentos sociais contemporâneos?
Manuel Castells - Redes na internet, presença no espaço urbano, ausência de liderança, autonomia, ausência de temor, além de abrangência de toda a sociedade e não apenas um grupo. Em grande parte os movimentos são liderados pela juventude e estão à procura de uma nova democracia.

Istoé - O movimento Occupy, nos EUA, foi derrotado pela chegada do inverno. Que legado deixou?
Manuel Castells - Deixou novos valores, uma nova consciência para a maioria dos americanos.

Istoé - Os Indignados espanhóis conseguiram alguma vitória?
Manuel Castells - Muitas vitórias, especialmente em matéria de direito de hipoteca e despejos de habitação e uma nova compreensão completa da democracia na maioria da população.

Istoé - Que paralelos o sr. vê entre o movimento turco e o brasileiro?
Manuel Castells - São muito similares. São igualmente poderosos, mas a Turquia tem um primeiro-ministro fundamentalista islâmico semifascista e o Brasil, uma presidenta verdadeiramente democrática. Isso faz toda a diferença.

Istoé - Acredita que essa onda de protestos se espalhará para outros países da América Latina?
Manuel Castells - Há um movimento estudantil forte no Chile, e embriões surgindo na Colômbia, no México e no Uruguai.

Istoé - Países que controlam a internet, como a China, estão livres dessas manifestações?
Manuel Castells - Não, isso é um erro da imprensa ocidental. Há muitas manifestações na China, também organizadas na internet, como a da cidade de Guangzhou (no sul do país), em janeiro passado, pela liberdade de imprensa (o editorial de um jornal foi censurado e isso motivou as primeiras manifestações pela liberdade de expressão na China em décadas. Pelo menos 12 pessoas foram detidas, acusadas de subversão).

Istoé - Como o sr. vê o futuro?
Manuel Castells - Eu não gosto de falar sobre o futuro, mas acredito que ele será mais brilhante agora porque as sociedades estão despertando através desses movimentos sociais em rede.

Daniela Mendes
No IstoÉ



VIVEMOS NUMA ÉPOCA INTERESSANTE ...








OLHA! UM TIGRE! UM TIGRE? NÃO FAÇA ISSO!







ACORDOU? ENTÃO VAMOS NESSA!







MUDANÇA É REVIGORANTE!



MAS TODOS DIZIAM QUE AMAR ERA BOM!


ADORO ESTES PERSONAGENS E SUAS METÁFORAS



sábado, 29 de junho de 2013

SEI QUE PRECISO CUIDAR MAIS DE MIM ... ESTOU TENTANDO!




DEPUTADO, O QUE ACHA DA REVOLTA DO POVO? NORMAL... SEMPRE ACHEI O POVO REVOLTANTE...


EIS A REALIDADE NUA E CRUA - ROBERTA CARRILHO





CLÃ LOBÃOS DO MARANHÃO OU MELHOR CLÃ DOS .... vocês me entendem né?!!

Povo do Maranhão tenham mais amor ao seu Estado que já é tão pobre. Parem de reelegerem este clã (aproveitando o momento: parem também de reelegerem os Sarneys). Ôooo terra de político sem noção ou L*****ãos!!! Tem que benzer este Estado do Maranhão só sai coisa ruim de lá para o Brasil. Deusolide!!!!

Pensem nos seus filhos, netos e toda a população que moram aí e que precisam dos serviços públicos! Pensem!!! Um membro deste clã - Sra. Nice Lobão em 2011 sacou dos cofres públicos mais de 88 mil reais por dia trabalho como parlamentar - representante de vocês. Ela não fez nada por vocês. Só compareceu algumas horas e pronto. Leiam mais sobre estes membros 'Lobãos' e suas atividades parlamentares. Suas atuações são pífias e não representam anseios de vocês e nem o país. 


Eu estou indignada! É cada notícia que leio sobre eles que me faz pensar: "Que país é este!" ou "Que família é esta!"

É PRECISO MORALIDADE COM O DINHEIRO PÚBLICO E REPRESENTATIVIDADE EFETIVA DOS CONGRESSISTAS.

Roberta Carrilho



Como NICE LOBÃO ajuda o governo Federal 
a aniquilar a educação no Brasil


A Deputada Nice Lobão (PSD-MA) é campeã de faltas no Congresso Nacional. Sua atuação parlamentar pífia tem se resumido a conspirar contra o que resta do Partido Democratas (DEM) – seu antigo partido – e propor projetos de lei estapafúrdios. Um desses projetos determina que as universidades e os institutos técnicos federais reservem 50% das vagas para alunos remanescentes das escolas públicas, adotando um critério de seleção que afundará de vez o ensino superior público no Brasil.

Pelo critério absurdo proposto por Dona Nice Lobão, os alunos das escolas públicas serão selecionados segundo o seu “Coeficiente de pobreza”, levando em conta a renda per capita das famílias, que não poderá ultrapassar 1,5 salário mínimo e a auto-declaração dos candidatos como negros,pardos ou índios. .

Acaba-se de uma vez só com a meritocracia, critério básico para formar profissionais de qualidade e elevar o país a patamares de civilidade e desenvolvimento e,ao mesmo tempo, usa-se a sensível questão racial no país como tranpolim para fazer politicagem.

Engana-se, no entanto, quem acha quem acha que a aprovação desse tipo de projeto circunscreve-se a penas no âmbito da demagogia política.

A finalidade do governo Dilma e do PT é mais ambiciosa: Relegar o país a mais completa estupidez para manter-se eternamente no poder.

Não é à toa que Dilma ignora as greves nas universidades federais. A questão não tem nada a ver com a impossibilidade de reajustar os salários dos professores. Trata-se de um projeto de desmoralização das instituições públicas de ensino superior. Afinal,quem vai querer estudarem Universidades que passam meses paralisadas e em condições precárias de ensino?

Mas o projeto para desmoralizar a educação no Brasil não para por aí. O Ministério da Educação (MEC) prepara um novo currículo do ensino médio em que as atuais 13 disciplinas sejam distribuídas em apenas quatro áreas (ciências humanas, ciências da natureza, linguagem e matemática) num samba do crioulo doido em que Língua Portuguesa e Educação Física figurarão na mesma área de conhecimento.

A ideia é fazer a coisa se aproximar daquilo que costuma dizer o mestre Olavo de Carvalho: “No Brasil,a única diferença entre escola e crime organizado é que o crime é organizado.”


29 de março de 2012 | ás: 12:44 pm | Postado por: Leandro Miranda



Desde que tomou posse, Nice Lobão participou apenas uma vez de uma votação na Câmara

A mulher e o filho do ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, foram os parlamentares que mais estiveram ausentes das sessões de 2011. Mesmo tendo comparecido a apenas 20 dos 121 dias de votação, a deputada Nice recebeu R$ 470 mil


Quem pensa que o senador licenciado Edison Lobão (PMDB-MA) anda distante do Congresso, ainda não viu a mulher nem o filho dele. Ninguém faltou mais às sessões destinadas a votação na Câmara e no Senado em 2011 do que a deputada Nice Lobão (PSD-MA) e o senador Lobão Filho (PMDB-MA), suplente que ocupa a vaga do pai. É o que revela levantamento exclusivo feito pelo Congresso em Foco sobre a assiduidade dos parlamentares na Câmara e no Senado.

A deputada, de 75 anos, compareceu a apenas 19 dos 107 dias com sessões deliberativas da Câmara e apresentou justificativa para 87 de suas 88 ausências ano passado. O roteiro continua o mesmo em 2012: até o dia 20 de março, ela havia aparecido uma única vez na Casa. Desde que assumiu seu quarto mandato, Nice não apresentou nem relatou qualquer proposta, tampouco se pronunciou em plenário. Registrou presença em somente duas das 84 reuniões da Comissão de Educação e Cultura, da qual é titular.

Um único voto

Reeleita em 2010, ela deu um único voto até agora: foi na terceira semana de trabalho, em 15 de fevereiro de 2011, a favor do requerimento de urgência para a votação do novo salário mínimo, de R$ 622. Nesse período de absoluta discrição, Nice recebeu R$ 470 mil apenas em subsídios. Além do salário, a deputada teve à disposição para gastar no exercício do mandato quase R$ 100 mil por mês, entre cotas parlamentares, verba de gabinete e auxílio-moradia.

Mesmo padecendo de dores crônicas na coluna e nos joelhos, motivo de suas 82 licenças médicas em 2011, ela resiste a se afastar do mandato e ceder a vaga a um suplente. Desde 2006, Nice se submeteu a três cirurgias na coluna, segundo o gabinete dela. A suplência na Câmara é definida nas urnas – ao contrário do Senado, onde muitas vezes os substitutos são escolhidos dentro de casa, como Lobão Filho.

“Ela sofre pressão de outros parlamentares e até de pessoas da família, que já a aconselharam a se licenciar. Mas ela tem apego ao trabalho e a esperança de voltar”, explica a assessoria.

Tal mãe, tal filho


Pelo segundo ano consecutivo, Lobão Filho foi o senador mais ausente

Sempre a postos para substituir o pai no Senado, Lobão Filho atribuiu a problemas de saúde, como a mãe, a maioria de suas ausências nas sessões deliberativas. O senador, de 47 anos, não esteve presente em 59 das 126 sessões a que deveria ter comparecido no ano passado. Foram oito faltas ainda não justificadas, 26 licenças médicas e 25 por interesse particular, único tipo que não implica ônus para os cofres públicos.

Depois de sofrer um grave acidente automobilístico em maio do ano passado, o peemedebista passou cerca de três semanas internado em uma unidade de terapia intensiva (UTI). “Foi um ano complicado, quase morri. Não me recuperei 100% até agora”, alega Lobão Filho, que diz precisar de mais 30 dias para ficar plenamente recuperado.

O senador também alega que boa parte de suas ausências foi usada para recuperação, embora não tivesse atestado médico. Diferentemente da mãe,Lobão Filho não passou 2011 em branco: vice-presidente da Comissão de Assuntos Econômicos, também integrou as comissões de Serviços de Infraestrutura, e de Ciência e Tecnologia, além do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar. Ele apresentou três propostas de emenda à Constituição, cinco projetos de lei e um projeto de lei complementar. Fez um discurso em plenário.


Postado em: Política | | Tags: Edinho Lobão > Nice Lobão
21 de julho de 2011 | ás: 3:25 pm | Postado por: Leandro Miranda


Maranhenses estão entre os “mudos” da Câmara


RIO – Boa parte dos 513 deputados disputa alguns minutinhos a mais durante os discursos. Mas a Câmara tem uma turma que está exatamente no campo oposto. Levantamento feito pelo GLOBO mostra que 30 parlamentares da Casa entraram mudos e saíram calados do plenário neste primeiro semestre, sem ter feito pronunciamentos ou mesmo uma pequena intervenção que fosse.

Entre eles, está o comediante Tiririca (PR-SP), o deputado federal mais votado na eleição do ano passado. Ele ganha ainda a companhia de dois presidentes de partidos, Sérgio Guerra (PSDB-PE) e José Luiz Penna (PV-SP). Outro que se mantém longe dos microfones da Câmara é Valdemar Costa Neto (PR-SP), um dos personagens da crise que atinge o Ministério dos Transportes e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). O PR, aliás, é o partido que mais tem deputados que não se pronunciaram em plenário: sete no total, contra seis do PMDB. Com a diferença que o PR tem uma bancada de 41 deputados e o PMDB, 79.

A Câmara faz, todo mês, o sorteio do dia e do horário em que cada parlamentar vai fazer seu discurso. Alguns, no entanto, preferem abrir mão desse direito. Entre estes 30 deputados que nunca falaram em público no plenário, 15 foram sorteados para discursar, mas optaram por passar a vez a outros colegas ou simplesmente não foram à tribuna no dia e hora marcados. Apesar de o parlamentar depender deste sorteio para fazer um pronunciamento mais longo na tribuna, nada impede que eles se inscrevam durante outras sessões para defender uma ideia ou fazer algum comentário sobre algum tema relevante ou em votação.

Tiririca foi um destes 15 deputados que não falou mesmo sendo sorteado. Ele passou a vez dele de falar. Segundo a assessoria do comediante, Tiririca não pretende fazer pronunciamentos públicos na Câmara, “porque ele é uma pessoa mais tímida e prefere apresentar os projetos”. A assessoria negou que o deputado se mantenha calado por orientação do partido.

Já o presidente do PV disse que ainda está se ambientando com a Câmara, por estar exercendo o primeiro mandato na Casa:

- Eu tive que compreender o processo da Casa, embora já tenha sido vereador. Uma outra coisa é que, como presidente do partido, é bom passar essas intervenções em plenário para a liderança. Isso é uma orientação – disse ele, afirmando que também teve um problema de saúde que o fez se ausentar de algumas sessões.

Por meio da sua assessoria, o deputado Sérgio Guerra negou ser tímido e ressaltou que fala muito como presidente do PSDB. No entanto, informou que, na prática, existe uma divisão de tarefas no partido, e o papel de defender as ideias da legenda na Câmara fica com o líder do partido na Casa, Duarte Nogueira. Ainda segundo a assessoria, as atividades de Guerra como presidente do partido requerem dele muito tempo, o que também inviabiliza os discursos na Câmara.

As informações estão disponíveis no portal da Câmara, e a pesquisa foi feita até a data em que começou o recesso. Não foram incluídos no levantamento os deputados com ‘ficha-suja’ que assumiram o mandato na semana passada.

O GLOBO tentou falar com alguns parlamentares que constam na lista abaixo, mas, por conta do recesso, alguns não atenderam às ligações.

Veja quem são os deputados que entraram mudos e saíram calados neste primeiro semestre:

Alexandre Rosso (PSB-RS) – Foi sorteado, mas não se pronunciou

André Dias (PSDB-PA) – Sorteado para falar em agosto

Anibal Gomes (PMDB-CE) – Foi sorteado, mas não se pronunciou

Aracely de Paula (PR-MG) – Ainda não foi sorteado para discursar

Beto Mansur (PP-SP) – Ainda não foi sorteado para discursar

Carlos Eduardo Cadoca (PSC-PE) – Cedeu a vaga para Edmar Arruda

Davi Alcolumbre (DEM-AP) – Ainda não foi sorteado para discursar

Davi Alves Silva Jr. (PR-MA) – Foi sorteado, mas não se pronunciou

Eli Correa Filho (DEM-SP) – Ainda não foi sorteado para discursar

Evandro Milhomen (PCdoB-AP) – Ainda não foi sorteado para discursar

Hermes Parcienello (PMDB-PR) – Sorteado para falar em agosto

João Magalhães (PMDB-MG) – Ainda não foi sorteado para discursar

José Priante (PMDB-PA) – Ainda não foi sorteado para discursar

Joseph Bandeira (PT-BA) – Ainda não foi sorteado para discursar

Luiz Fernando Faria (PP-MG) – Ainda não foi sorteado para discursar

Marcos Medrado (PDT-BA) – Foi sorteado, mas não se pronunciou

Natan Donadon (PMDB-RO) – Foi sorteado, mas não se pronunciou

Neiltom Mulim (PR-RJ) – Foi sorteado, mas não se pronunciou

Nelson Meurer (PP-PR) – Foi sorteado, mas não se pronunciou

Nice Lobão (DEM-MA) – Sorteado para falar em agosto

Penna (PV-SP) – Sorteado para falar em agosto

Rubens Otoni (PT-GO) – Ainda não foi sorteado para discursar

Sérgio Guerra (PSDB-PE) – Ainda não foi sorteado para discursar

Solange Almeida (PMDB-RJ) – Foi sorteada, mas não se pronunciou

Tiririca (PR-SP) – Cedeu vaga para Ronaldo Fonseca

Valdemar Costa Neto (PR-SP) – Cedeu vaga para Domingos Dutra

Vinicius Gurgel (PRTB-AP) – Foi sorteado, mas não se pronunciou

Walter Tosta (PMN-MG) – Foi sorteado, mas não se pronunciou

Wellington Roberto (PR-PB) – Foi sorteado, mas não se pronunciou

Zé Vieira (PR-MA ) – Foi sorteado, mas não se pronunciou


Postado em: Política | | Tags: Câmara > Davi Jr. Zé Vieira > Nice Lobão

12 de julho de 2011 | ás: 11:17 pm | Postado por: Leandro Miranda |    



Nice Lobão é a mais faltosa

Do G1

Dos 513 deputados federais que exercem atualmente o mandato na Câmara dos Deputados, apenas 35 compareceram a 100% das sessões deliberativas no primeiro semestre, de acordo com levantamento feito pelo G1 com base em dados de presença em plenário.

A reportagem considerou apenas as sessões deliberativas, ou seja, aquelas em que há propostas para serem votadas no plenário. Os dados, obtidos pelo site da Câmara, consideram as sessões de fevereiro, início da legislatura, até 7 de julho, sexta-feira da semana passada.

O percentual de 100% de presença vale para o total de sessões em que o deputado estava no exercício do mandato. No caso de suplência, por exemplo – quando um deputado se licencia para assumir um cargo no Executivo – o substituto pode ter contabilizado menos sessões deliberativas em seu mandato do que um deputado que está no cargo desde o começo da legislatura.

Entre os deputados com 100% de presença estão Tiririca (PR-SP) e Romário (PSB-RJ). Logo após assumir o mandato, o deputado e ex-jogador Romário foi flagrado jogando futevôlei em uma praia do Rio no mesmo horário de uma sessão na Câmara. No entanto, a sessão não era deliberativa e a presença não era obrigatória.

Para o professor de ética e filosofia política Roberto Romano, o fato de somente 35 parlamentares terem registrado 100% de presença “indica bastante o interesse da Casa inteira pelos projetos a serem discutidos”.

“Você tem parlamentos do mundo com presença maior, como Estados Unidos e Itália. Mas, para os padrões brasileiros até que não é um número tão baixo. A presença é sazonal e depende muito do que está sendo discutido, se é a favor ou contra o governo e se tem apoio da base de sustentação”, destaca Romano.

O professor pondera, no entanto, que a presença física nem sempre representa que o trabalho do parlamentar é eficaz. “O parlamentar pode estar presente, mas você percebe grupinhos enquanto o orador se esgoela. Só o fato de se estar no plenário não significa quase nada. Às vezes não prestam atenção nem no que o presidente da Mesa está falando.”

Faltas

Conforme os dados sobre presença no site da Câmara, quatro deputados foram a menos da metade das sessões deliberativas no primeiro semestre, ou seja, estiveram em menos de 50% das sessões. Todos justificaram a maioria das faltas.

A deputada Nice Lobão disse que se ausentou da Câmara porque foi operada da coluna e do joelho e no momento está internada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Segundo ela, a maior parte das faltas foi justificada.

Segundo a assessoria de Eduardo Gomes, o deputado é primeiro-secretário da Casa e por isso tem várias atividades externas. Segundo a assessoria, Gomes tem a prerrogativa de não marcar presença em plenário quando exerce atividades representando a Câmara.

A assessoria do deputado Paulo Maluf afirmou que ele justificou as faltas e que os motivos poderiam ser esclarecidos nesta terça-feira (12).

A assessoria do deputado Henrique Eduardo Alves disse que, como líder do partido na Câmara, Alves tem diversas funções como participação em reuniões, comissões e audiências. A assessoria destacou, porém, que o deputado está sempre na Casa.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

COMO INCENTIVAR A MULHERADA A MALHAR! ASSISTAM MENINAS!



UM DOS MELHORES VÍDEOS QUE EU JÁ ASSISTI
MUITO CRIATIVO! 
Dá um super incentivo em malhar.. Ui! 
Deste jeito a mulherada fica pele e osso!!!!
Risos! 
Roberta Carrilho





Cadê o De Gaulle? - LUIS FERNANDO VERÍSSIMO - O Estado de S.Paulo



O Journal du Dimanche de Paris deste domingo trazia uma entrevista com Daniel Cohn-Bendit, um dos líderes da sublevação popular que quase derrubou o governo francês em maio de 1968 e que continua atuando, como ativista e analista político, com o nome que conquistou naquela primavera. Não é mais o irreverente Dani Vermelho de 45 anos atrás, mas ainda é o remanescente mais notório daquela geração que fez o então presidente De Gaulle pensar em largar tudo e se mandar. Só mais tarde se ficou sabendo como o velho general chegara mesmo perto de renunciar. De Gaulle não era a única causa da revolta que começou com os estudantes e empolgou Paris, mas era um símbolo de tudo o que os revoltosos não queriam mais. Se maio de 68 não sabia definir bem seus objetivos, pelo menos tinha um ícone vivo contra o qual concentrar seu fogo. Um conveniente símbolo com dois metros de altura, um nariz dominador e a empáfia correspondente.

A chamada de capa para a entrevista de Cohn-Bendit era Um Perfume de Maio de 68 e a matéria fazia uma comparação mais ou menos óbvia do que acontece no Brasil com o que acontece na Turquia e o que aconteceu nas recentes "primaveras" árabes e em 68 em Paris. Óbvia e inexata. Nos países árabes a rua derrubou ditadores, na Turquia a revolta é, em parte, contra um governo autocrático e inclui, como complicadora, a luta antiga pela hegemonia religiosa. E, diferentemente do maio de Paris, a combustão instantânea no Brasil ainda não produziu seus cohn-bendits nem tem um De Gaulle conveniente como um símbolo que resuma o que se é contra. Ser contra tudo que está errado despersonaliza o protesto. Qual é a cara de tudo que está errado? No Brasil, tanta coisa está errada há tanto tempo que qualquer figura, atual ou histórica, serve como símbolo da nossa desarrumação intolerável, na falta de um De Gaulle. Renan Calheiros ou Pedro Álvares Cabral.

Na sua entrevista, forçando um pouco a cronologia, Cohn-Bendit diz que 68 foi o preâmbulo de 81, quando a esquerda chegou ao poder na França. Junho de 2013 será o preâmbulo de exatamente o que, no Brasil? Aqui a esquerda, ou algo que se define como tal, já está no poder. O que vem agora? O Marx tem uma frase: se uma nação inteira pudesse sentir vergonha, seria como um leão preparando seu bote. Uma nação envergonhada dos seus políticos e das suas mazelas está inteira nas ruas. Resta saber para que lado será o bote desse leão.

Tempos interessantes, tempos interessantes.






quarta-feira, 26 de junho de 2013

STF MANDA PRENDER DEPUTADO FEDERAL NATAN DONADON - RONDÔNIA


É o primeiro caso em que um parlamentar no exercício do mandato deve ser preso por ordem da Corte; julgamento pode ter implicações para condenados no julgamento do mensalão

Laryssa Borges, de Brasília
O deputado Natan Donadon (PMDB). Caso de parlamentar deve ter implicações para condenados no mensalão                (Rodolfo Stuckert/Agência Câmara)


O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu nesta quarta-feira que a condenação do deputado Natan Donadon (PMDB-RO) é definitiva e determinou a expedição do mandado de prisão contra o parlamentar. É o primeiro caso em que um parlamentar no exercício do mandato tem a prisão determinada pelo STF desde 1988, quando passou a valer a atual Constituição. 

Em 2010, o deputado foi condenado no STF à pena de 13 anos, quatro meses e dez dias de reclusão, em regime inicialmente fechado, por ter praticado os crimes de formação de quadrilha e peculato. Apesar da condenação, o peemedebista recorria ao Supremo alegando supostas contradições na sentença. Nesta quarta, por 8 votos a 1, o tribunal considerou que os argumentos eram meramente protelatórios e determinou que a sentença seja cumprida de imediato.

Irmão é preso em Rondônia 

Horas antes de o STF decidir pela prisão do deputado Natan Donadon (PMDB-RO), o irmão dele, Marcos Donadon, foi preso em Porto Velho pela Polícia Civil. Deputado estadual pelo PMDB, Marcos Donadon foi condenado a oito anos de prisão pelo desvio de 140 cheques da Assembleia Legislativa de Rondônia quando a Casa foi presidida por ele nos anos 90. À época, seu irmão Natan era diretor financeiro da Casa. A prisão do deputado ocorreu por volta das 2h, quando ele desembarcava em Porto Velho. O total de desviado no esquema chega a 58 milhões de reais, em valores corrigidos, segundo o Ministério Público. Marcos deverá cumprir pena em Porto Velho

Denúncia - Na denúncia apresentada pelo Ministério Público, Natan Donadon é apontado como integrante de um esquema criminoso que desviou 8,4 milhões de reais dos cofres públicos. Como diretor financeiro da Assembleia Legislativa de Rondônia, o atual deputado federal atuava em conjunto com o ex-senador Mário Calixto e o ex-presidente do Legislativo local e seu irmão, Marcos Donadon, para emitir cheques com o pretexto de pagar por serviços publicitários nunca prestados. Os crimes ocorreram entre julho de 1995 e janeiro de 1998.

Apesar de ter sido condenado no STF em 2010, a defesa do deputado alegou, em uma nova rodada de recursos ao Supremo, que as investigações sobre o caso foram feitas por um promotor de primeira instância e por um delegado de polícia, o que violaria o direito de um dos suspeitos na época, Marcos Donadon, de ser processado exclusivamente no tribunal de justiça local. O STF não aceitou o argumento.

“Por considerar protelatórios, proponho o imediato reconhecimento do trânsito em julgado, determinando o lançamento do nome do réu no rol de culpados e a expedição de mandado de prisão”, afirmou a relatora do caso, ministra Cármen Lúcia, em seu voto. Com exceção do ministro Marco Aurélio Mello, todos os demais magistrados acolheram a proposta da relatora.

Perda do mandato – O julgamento do caso de Natan Donadon é emblemático. Além de ser o primeiro caso em que um parlamentar no exercício do mandato é condenado a prisão por determinação do STF, o caso traz implicações diretas sobre o destino dos quatro deputados condenados no escândalo do mensalão

Na sessão plenária desta quarta, a ministra Cármen Lúcia rejeitou outro argumento apresentado pela defesa, segundo o qual Donadon sequer poderia ter sido julgado pelo STF porque havia renunciado ao mandato parlamentar às vésperas do julgamento na corte. Em 2010, como estratégia para se livrar de ser julgado no STF e tentar levar o caso de volta à primeira instância, o deputado chegou a renunciar ao mandato para perder o foro privilegiado. A manobra não surtiu efeito e ele foi condenado pelos ministros do Supremo. Enquadrado na Lei da Ficha Limpa, ele disputou as eleições no mesmo ano e foi eleito com 43.627 votos.

“A cassação dos direitos políticos impostas a réu condenado por crimes contra a administração pública basta para se determinar a suspensão ou perda do mandato, sendo irrelevante se o réu estava no exercício do mandato parlamentar [na data do julgamento]. Tanto a suspensão quanto a perda do cargo são exequíveis após o trânsito em julgado”, disse a relatora.

Embora o STF já tenha decidido que, no caso dos deputados mensaleiros João Paulo Cunha(PT-SP), Valdemar Costa Neto (PR-SP), José Genoino (PT-SP) e Pedro Henry (PP-MT), também não existe a hipótese de eles manterem os mandatos parlamentares quando a sentença se tornar definitiva, hoje o ministro Teori Zavascki, que não participou do julgamento de mérito do mensalão, deu as linhas gerais do que deve ser seu entendimento quando forem julgados os embargos declaratórios do caso.

“Não se pode atrelar necessariamente a suspensão dos direitos políticos à perda do mandato ou do cargo. Não há nenhuma incompatibilidade de manutenção de cargo de deputado e cumprimento de prisão, tanto que a Constituição Federal prevê a prisão em flagrante [para deputados]. A manutenção ou não do mandato nesses casos de condenação definitiva é uma questão que tem que ser resolvida pelo Congresso”, disse o ministro.


terça-feira, 25 de junho de 2013

ATENÇÃO PEC 37 (PEC DA IMPUNIDADE) FOI DERRUBADA POR 430 NÃO, 9 SIM E 2 ABSTENÇÕES!!!




A PEC 37 acaba de ser rejeitada por 430 não, 9 sim e 2 abstenções. A voz da sociedade conduziu a votação.

UMA VITÓRIA DAS MANIFESTAÇÕES DO POVO BRASILEIRO NAS RUAS!

SEM APOIO DOS OPORTUNISTAS DE PLANTÃO - DE NENHUM PARTIDO POLÍTICO - FOI UMA VITÓRIA DA SOCIEDADE E NÃO DA REPRESENTATIVIDADE!!! 

É INÉDITO ISSO NO BRASIL DEMOCRÁTICO

É HISTÓRICO!!! 'VAMO QUE VAMO' MUDAR ESTE BRASIL E LIMPAR DA POLÍTICA ESTA QUADRILHA DE LADRÕES DO POVO ATRAVÉS DAS URNAS!!! 

LEMBREM-SE É NAS URNAS QUE O POVO DECIDE QUEM FICA E QUEM ESTÁ FORA!!!


Os deputados que votaram a favor da PEC 37 foram:
Lourival Mendes PTdoB-MA

Sergio Guerra PSDB-PE

João Lyra PSD-AL

Mendonça Prado DEM-AL

Bernardo Santana PR-MG

Valdemar Costa Neto PR-SP

Eliene Lima PSD-SP

João Campos PSDB-GO

Abelardo Lupion DEM-PR

Os que se abstiveram foram:
Paulo Cesar Quartiero DEM-RR

Arnaldo Faria de Sá PTB-SP


Guardem os nomes e partidos 
para as próximas eleições!


AS DUAS VERSÕES DO TEMA DE ABERTURA DA NOVELA: "AMOR À VIDA" - A VERSÃO HOMO E A HÉTERO


 Tudo aqui é lindo!
Arte do Amor
Independente da versão homo ou hétero.
Para mim é irrelevante... 
A arte não tem rótulos. É livre!!!
Emocionante!
Roberta Carrilho


VERSÃO ORIGINAL SEM MODIFICAÇÕES - HÉTERO




VERSÃO MODIFICADA- HOMO

Não tem nada de mensagem subliminar nessa abertura. O FATO de que dois homens aparecem juntos em um dado momento está MUITO EXPLÍCITO, e isso se dá pelo fato de haver personagem(ns) gay(s) na novela. 

É uma representação artística dos relacionamentos da história contada, seja entre homossexuais ou heterossexuais. 



Composição do Gonzaguinha, mas na novela é na voz do 
Cantor Daniel


Maravida 

Era uma vez eu no meio da vida
Essa vida assim, tanto mar, tanto mar
Coisa de doce e de sal
Essa vida assim, tanto mar, tanto mar
Sempre o mar, cores indo
Do verde mais verde ao anil mais anil
Cores do sol e da chuva
Do sol e do vento, do sol e o luar
Era o tempo na rua e eu nua
Usando e abusando do verbo provar
Um beija-flor, flor em flor, bar em bar
Bem ou mal mergulhar
Sempre menina franzina, traquina
De tudo querendo, provar e provar
Sempre garota, marota, tão louca
A boca de tudo querendo levar

Vida, vida, vida
Que seja do jeito que for
Mar, amar, amor
Se a dor quer o mar dessa dor, ah!
Quero no meu peito repleto
De tudo que possa abraçar
Quero a sede e a fome eternas
De amar, e amar e amar...

Vida, vida, vida.



DEPUTADA CIDINHA CAMPOS - RJ ´ESTA ME REPRESENTA' - VAMOS LANÇÁ-LA COMO CANDIDATA A GOVERNADORA DO RIO DE JANEIRO

https://www.facebook.com/pag.cidinhacamposoficial?fref=ts

https://www.facebook.com/pages/Deputada-Cidinha-Campos/152369684821638?fref=ts


Deputada CIDINHA CAMPOS me representa!


Apoio a ideia dela ser a GOVERNADORA DO RIO DE JANEIRO
Este Estado lindo que um dia irei morar!

Tenho orgulho de postar este vídeo!

Amo muito o Rio e quero 'A' melhor para representá-lo
Ótimo vídeo - Vale a pena assistir.
Roberta Carrilho





JOAQUIM BARBOSA DEFENDE REFORMA POLÍTICA E DIZ SER FAVOR AO VOTO DISTRITAL E CANDIDATURA AVULSA NO BRASIL


Ele me representa!!! 
Concordo com tudo que ele disse. 
Também sou a favor do voto distrital e 
da candidatura avulsa no Brasil.
Roberta Carrilho



Presidente do STF disse que Brasil vive 'crise de representação política'.


Ele afirmou que país quer participar e não quer mais 'conchavo' de cúpulas.

Mariana OliveiraDo G1, em Brasília
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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, afirmou nesta terça-feira (25) que o país precisa de umareforma política que diminua a influência dos partidos na escolha dos candidatos e que aumente a participação popular. Segundo ele, a população "não aguenta mais" decisões tomadas por meio de "conchavos".
Durante entrevista coletiva no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), do qual Barbosa também é presidente, ele relatou temas da conversa que manteve nesta terça com a presidente Dilma Rousseff durante audiência no Palácio do Planalto. Segundo Barbosa, os dois falaram sobre as manifestações de protesto que se espalharam pelo país.
"Eu disse que há sentimento difuso na sociedade brasileira e eu, como cidadão, penso assim, [que] há vontade do povo brasileiro, principalmente os mais esclarecidos, de diminuir ou mitigar o peso – volto a dizer, diminuir ou mitigar e não suprimir –, o peso dos partidos políticos sobre a vida política do país. Essa parece ser uma questão chave em tudo que vem ocorrendo no Brasil."
Por que uma intermediação por partidos políticos desgastados, totalmente sem credibilidade? Existem algumas democracias que permitem o voto avulso, com sucesso."
Barbosa ressalvou que não defendeu a "supressão" dos partidos, mas disse ser pessoalmente favorável a candidaturas avulsas, não atreladas a siglas partidárias.
"Por que não? Já que a nossa democracia peca pela falta de identificação entre eleito e eleitor, por que não permitir que o povo escolha diretamente em quem votar? Por que uma intermediação por partidos políticos desgastados, totalmente sem credibilidade? Existem algumas democracias que permitem o voto avulso, com sucesso", disse o presidente do STF.
"A sociedade brasileira está ansiosa de se ver livre desses grilhões partidários que pesam sobre o seu ombro. E isso é muito salutar", declarou Joaquim Barbosa.
Ao ser perguntado sobre a possibilidade de plebiscito para uma decisão sobre a reforma política, ele disse que é preciso ampliar a participação popular.
"O que temos que ter é a consciência clara de que há necessidade no Brasil de incluir o povo nas discussões sobre reformas. O Brasil está cansado de reformas de cúpula. [...] Temos sim que trazer o povo para a discussão e não continuarmos com essa tradição de conchavos de cúpula."
O presidente do STF disse que "se reservaria" a não responder sobre a necessidade de um processo constituinte para se fazer a reforma política, proposta apresentada nesta segunda em reunião com governadores e prefeitos pela presidente Dilma Rousseff.
Voto distrital, recall e suplentes
Joaquim Barbosa defendeu ainda o voto distrital, no qual as regiões são divididas em distritos, e os candidatos eleitos conforme os distritos que representam.

"Eu sou inteiramente favorável ao voto distrital, seja o voto distrital puro, em um turno, seja o voto distrital qualificado, ou seja, se faz um primeiro turno de votação e vão para o segundo turno apenas candidatos em cada distrito que obtiveram  um percentual, digamos, de 10%, 15%."
Para o presidente do STF, o sistema de representação política atual "mostra marcas profundas de esgotamento".
Qualquer medida para alterar a sistemática na eleição exigirá mudança na Constituição. [...] O que indago é o seguinte: no momento de crise grave como o atual, a propositura de reformas via emenda constitucional seria viável? Essas propostas já não tramitam no Congresso Nacional há anos? Houve em algum momento demonstração de vontade política de levar adiante essas reformas?"
Outra sugestão apontada pelo magistrado é a possibilidade de "recall", ou seja, que o eleitor possa exigir que o mandato do político seja revogado se não corresponder às expectativas.
Ele classificou ainda a possibilidade de senadores suplentes assumirem a vaga dos titulares como uma "excrescência". "É uma excrescência injustificável. Temos percentual muito elevado de senadores que não foram eleitos. Pessoas que, de alguma forma, ingressaram na chapa da pessoa que era o candidato mais forte, e passado algum tempo, substituíram os titulares."
Mudanças na Constituição
Embora não tenha apoiado abertamente uma constituinte, que poderia ter poderes para reescrever a Constituição, o presidente do Supremo considerou que não se pode fazer uma reforma política sem mudar a lei maior do país. E acrescentou que Propostas de Emendas à Constituição (PEC) não têm se mostrado eficazes no debate no Congresso.

"Qualquer medida para alterar a sistemática na eleição exigirá mudança na Constituição. Portanto, está descartada mudança política eficaz por meio de lei ordinária. [...] O que indago é o seguinte: no momento de crise grave como o atual, a propositura de reformas via emenda constitucional seria viável? Essas propostas já não tramitam no Congresso Nacional há anos? Houve em algum momento demonstração de vontade política de levar adiante essas reformas?"

Candidatura à presidência e mensalão
Sobre a pesquisa do instituto Datafolha que o apontou como líder de intenção de votos entre manifestantes, o presidente do Suprmeo se disse "lisongeado", mas negou intenção de concorrer.
Eu não tenho a menor vontade de me lançar candidato à presidência da República. Tenho 41 anos de vida pública, acho que está bom."
"Me sinto extremamente lisongeado. Apesar de não ser político, jamais ter relação política, é excelente para minha vida pessoal, meu histórico. Agora, sei muito bem que aquilo são manifestações espontâneas de uma certa ou de poucas camadas da população brasileira. [...] Eu não tenho a menor vontade de me lançar candidato à presidência da República. Tenho 41 anos de vida pública, acho que está bom."

Ao ser perguntado se o julgamento dos recursos do mensalão poderia ser impactado pelas manifestações populares, Joaquim Barbosa considerou que sim.

"Se os movimentos persistirem, vão interferir no sentido de buscar uma resposta rápida. Eu já tenho essa resposta há algum tempo", afirmou.
Barbosa defendeu penas duras aos 25 condenados no julgamento, afirmou não serem cabíveis os recursos que podem levar a novo julgamento. Ele levará os embargos de declaração, que podem reduzir penas, para julgamento do plenário em agosto.